Refik Anadol é um artista e designer reconhecido por explorar a interseção entre arte, ciência e tecnologia. O seu trabalho destaca-se pela utilização de inteligência artificial, grandes volumes de dados e projeção mapeada para criar experiências imersivas que desafiam os limites da perceção humana. Obras como Quantum Memories e Living Architecture: Casa Batlló exemplificam a sua capacidade de transformar informação científica e ambiental em arte visual e sensorial. Estas criações não apenas reinterpretam conceitos complexos, mas também proporcionam ao público uma interação direta com o mundo digital, transformando a forma como experienciamos o espaço e a arquitetura.

Tenho uma enorme admiração pelo trabalho de Refik Anadol, especialmente pela forma como utiliza o mapping para envolver o público e transformar espaços arquitetónicos em telas dinâmicas e interativas. A sua capacidade de trabalhar com dados em tempo real para criar narrativas visuais adaptáveis é verdadeiramente fascinante, pois torna cada experiência única e emocionalmente envolvente.

O que mais me inspira na sua obra é o potencial de interação significativa entre o público e a criação artística. A sensação de imersão e conexão que ele consegue provocar é algo que considero extraordinário e que me motiva a explorar mais esta área no meu percurso criativo. Refik Anadol não só desafia os limites da arte tradicional, como também cria novas formas de expressão e comunicação que considero essenciais no contexto contemporâneo.

https://refikanadol.com/works/quantummemories/
https://refikanadol.com/works/living-architecture-casa-batllo/

Diário Digital de Bordo

Diário Digital de Bordo (DDB), elaborado no âmbito do módulo de Projeto em Média-Arte Digital (PMAD) da unidade curricular Seminário de Investigação e Produção Artística (SIPA)

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